quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Direitos ao alho

Cá vem mais um. Sem 9 meses, sem crónica de parto anunciado, mas com a morte já ali à vista, mais um bloguezinho. Vai durar até me apetecer, sem devidos, sem teres e haveres, flutuando à vontade, como à vonteda é escrito. Acha algo em que uma pessoa é livre! O quê? Onde? e Como?
O ano de 2008 chegou sem fazer anunciar por meio de gritos e vivas cada vez mais sumidos!
Lá por chez nuz, ai que benite, vá-se lá entender porquê, quando bate a meia-noite, em vez de cumprimentos e desejos, ala, tudo que se faz tarde a correr prá varanda e aproveitar por uns minutos a bater e berrar a bom berrar porque entrou o ano novo e ninguém leva a mal.
Não há gritos, (cambada de doidos!), mas entre um gato cada vez menos fedorento, ou seja, mais cheirosinho e cada vez com menos piada, e um solavanco e outro, olha lá que cais da varanda, pá!, todos se esquecem daqueles, que passaram os últimosd momentos do ano, paredes meias de sofá e cantigas, a ouvir:-" Ai Ana os gaijos cada vez tão piores!tão tão, olha a´queles da familia de sonho, eu seja cega que nunca bi nenhum , mas para mim gosto muito do Zézinho.
Batidos que estão todos os tachos, agruras e dicharotes, vai tudo a correr para dentro para telefonar e desta vez, com, muitossssss, volte a tentar mais tarde, mais uma vez, com boquinhas cada vez mais fechadas, se fale mais uma vez do país. Tás a ver ó Manel, hehe, na dá nada!!! Olha Ana acho muito estranho porque aqui está a chamar!O quê? Onde? Meu Deus, querem ver o cambalacho da TMN mais eu, que tentávamos juntos ficar bastante mais ricos, defraudando a amizade alheia. Tá bem Sandra, mea culpa, desculpa qualquer coisinha. Já entrei em 2008 a lucrar!

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